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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Deputado quer recuperar direito de jogar anões contra a parede na Flórida


Ritch  WorkmanRitch Workman
CRUELDADE, MONSTRUOSIDADE E COVARDIA!
Há um site do prório deputado colhendo assinaturas a favor dessa atrocidade, veja Human Rights Petition (Nota do blog).
Um deputado estadual da Flórida, nos Estados Unidos, tem uma proposta no mínimo curiosa para combater o desemprego na região: ele quer recuperar o ‘direito’ de se lançar anões contra a parede, como forma de esporte e espetáculo.
Por incrível que pareça, de acordo com informações do jornal El Mundo, o lançamento de anões já foi uma atividade bastante popular em bares noturnos de Miami, até ser proibida no início dos anos 1990.
“Estou cansado de o governo decidir tudo pelas pessoas. É uma espécie de ‘big brother’ que se opõe às pessoas terem um emprego”, disse nesta quinta-feira (06/10) o deputado Ritch Workman, do partido republicano.
O lançamento de anões ganhou popularidade nos anos 1980 e consistia em uma espécie de “homem-bala”, atração comum em circos. O anão usava um capacete para se proteger e então era atirado contra a parede.
Entretanto, a possibilidade da volta do “esporte” não foi bem recebida pelos anões. “A possibilidade de ficar paralisado é enorme. E ser utilizado como um objeto de diversão para as pessoas é degradante”, disse David Dodge, porta-voz da Little People of America.
Workman justifica sua iniciativa como um discurso em defesa da liberdade. “Estou engajado em uma luta para acabar com as restrições à liberdade das pessoas de conseguir um emprego em qualquer lugar. Imperdir (o lançamento de um anão contra a parede) é um exemplo de um governo estilo ‘big brother’”, disse o deputado ao jornal Palm Beach Post.
Segundo Workman, a proibição impede os anões de “conseguir um emprego e serem felizes. Com esta economia, ou em qualquer economia, por que impedir as pessoas de conseguir um trabalho gratificante?”, disse Workman.
Fonte: http://operamundi.uol.com.br/
Referencia:  Blog Deficiênte Ciente

Dilma lança plano inédito para deficientes.Investimento do governo pode chegar a R$ 10 bilhões até 2014; programa deve ser apresentado nos próximos dias


O governo prepara um programa, com investimento que pode chegar a R$ 10 bilhões até 2014, para as pessoas com deficiência. O plano traz projetos de saúde, educação, inclusão ao mercado de trabalho e acessibilidade.
Uma segunda versão do plano, com menor número de ações, estima gasto de R$ 7 bilhões. A presidente Dilma Rousseff deve se reunir hoje com sua equipe para conhecer a proposta e bater o martelo. O lançamento vai ocorrer nos próximos dias. Na área de educação, a previsão é reservar para pessoas com deficiência 5% de vagas nos cursos do Pronatec -lançado em abril, que prevê 8 milhões de vagas em cursos técnicos até 2014.
Segundo o Censo 2000, 14,5% da população apresenta algum tipo de incapacidade ou deficiência. Em parceria com Estados e municípios, o plano prevê a entrega de mais de mil veículos escolares adaptados nos próximos três anos. Para o mercado de trabalho, a ideia é criar um banco nacional de profissionais, espécie de agência virtual de empregos. O portal na internet será lançado em 2012.
Pessoas com deficiência terão, conforme o texto preliminar obtido pela Folha, facilidades e garantia de acessibilidade no Minha Casa, Minha Vida.
Devem ser distribuídos milhares de kits de adaptação para moradias já construídas, como maçanetas especiais e campainhas para surdos. Detalhes foram mantidos em sigilo nos últimos meses. O projeto é a nova "menina dos olhos" de Dilma e da ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil). Em número de ações, ele supera o Brasil Sem Miséria, bandeira de Dilma para erradicar a pobreza extrema.

INCLUSÃO
O plano prevê a implantação das "casas inclusivas", moradias para deficientes que necessitem de apoio profissional. Ampliará, ainda, o total de centros de referência e serviços de reabilitação.
Inicialmente não está na proposta a redução de imposto para a compra de equipamentos importados, como cadeira de rodas. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) vai apresentar um projeto de lei contemplando essa demanda. Presidente da comissão que trata do assunto e pai de uma menina com síndrome de Down, ele é um dos envolvidos no plano, ao lado de Mara Gabrilli (PSDB-SP), primeira deputada federal tetraplégica.

FONTE ; NATUZA NERY
JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA

domingo, 2 de outubro de 2011

Medidas de Mara são acatadas em programa federal para pessoas com deficiência


Deputada é uma das responsáveis por intervenções na área da educação, trabalho, moradia e emprego; avaliadas pelo governo, medidas passarão a fazer parte de plano nacional.
O governo prepara um programa, com investimento que pode chegar a R$ 10 bilhões até 2014, para as pessoas com deficiência. O plano traz projetos de saúde, educação, inclusão ao mercado de trabalho e acessibilidade.
Uma segunda versão do plano, com menor número de ações, estima gasto de R$ 7 bilhões. A presidente Dilma Rousseff deve se reunir hoje com sua equipe para conhecer a proposta e bater o martelo. O lançamento vai ocorrer nos próximos dias. Na área de educação, a previsão é reservar para pessoas com deficiência 5% de vagas nos cursos do Pronatec -lançado em abril, que prevê 8 milhões de vagas em cursos técnicos até 2014.
Segundo o Censo 2000, 14,5% da população apresenta algum tipo de incapacidade ou deficiência. Em parceria com Estados e municípios, o plano prevê a entrega de mais de mil veículos escolares adaptados nos próximos três anos. Para o mercado de trabalho, a ideia é criar um banco nacional de profissionais, espécie de agência virtual de empregos. O portal na internet será lançado em 2012.
Pessoas com deficiência terão, conforme o texto preliminar obtido pela Folha, facilidades e garantia de acessibilidade no Minha Casa, Minha Vida.
Devem ser distribuídos milhares de kits de adaptação para moradias já construídas, como maçanetas especiais e campainhas para surdos. Detalhes foram mantidos em sigilo nos últimos meses. O projeto é a nova “menina dos olhos” de Dilma e da ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil). Em número de ações, ele supera o Brasil Sem Miséria, bandeira de Dilma para erradicar a pobreza extrema.
INCLUSÃO
O plano prevê a implantação das “casas inclusivas”, moradias para deficientes que necessitem de apoio profissional. Ampliará, ainda, o total de centros de referência e serviços de reabilitação.
Inicialmente não está na proposta a redução de imposto para a compra de equipamentos importados, como cadeira de rodas. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) vai apresentar um projeto de lei contemplando essa demanda. Presidente da comissão que trata do assunto e pai de uma menina com síndrome de Down, ele é um dos envolvidos no plano, ao lado de Mara Gabrilli (PSDB-SP), primeira deputada federal tetraplégica.
ANÁLISEGoverno quer inclusão, mas ações ainda são pequenas
Jairo Marques
Depois de dois anos de o Brasil ratificar a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência -criada pelas Nações Unidas -, o governo federal sinaliza que inclusão e respeito a esse grupo social devem ser para valer.
O pacotão de iniciativas parece cobrir quase todas as áreas nevrálgicas quando o assunto é garantir mais cidadania para quem tem limitações físicas, sensoriais ou intelectuais: acesso à educação, ao emprego e à formação, à tecnologia inclusiva e à reabilitação. A mobilidade urbana e a moradia também são alvos da iniciativa, que fala em aquisição de ônibus adaptados e kits para dar “um tapa” em casas não amigáveis à acessibilidade, mas é pouco.
Prédios públicos são contraexemplos de dizer “bem-vindo” a quem é cadeirante, é cego ou é surdo. Faltam rampas, elevadores, sinalização em braile e sonora etc.
Apesar de prometer fomento à indústria para fabricar materiais que facilitam o dia a dia dos deficientes, não há nada no plano sobre isentar de impostos artigos indispensáveis para uma vida mais autônoma. Então, um par de muletas “levinho” pode continuar custando R$ 5.000.
A presidente Dilma Rousseff tem a chance de criar caminhos para retirar milhões de pessoas de condições lamentáveis de “ir, vir e ficar”.
Fonte: Folha de S.Pau

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Governo quer universalizar acessibilidade para pessoas com deficiência em portais, diz ministra.

22/09/2011
Da esquerda para a direita: Secretário adjunto Jorge Alvez, Ministra Maria do Rosário e o Secretário Antônio José Ferreira.
Governo trabalha para garantir acessibilidade para pessoas com deficiência em todos os portais governamentais. A declaração é da ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Maria do Rosário, ao participar, nesta quarta-feira (21), do lançamento do Portal da Pessoa com Deficiência. Elaborado pela Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD/SDH/PR), o portal é 100% acessível para permitir que pessoas com deficiência visual ou baixa visão tenham acesso às informações por meio de programas leitores de tela, os quais permitem ouvir o que está sendo mostrado.
Com este portal, esperamos servir como referência para que todos os demais sítios institucionais do governo também adotem ferramentas de acessibilidade. Isso também deverá servir como exemplo para o setor privado. Para termos um Brasil verdadeiramente democrático, precisamos assegurar o direito à informação para todos, independente da sua condição física”, disse Rosário.
A ministra afirmou ainda que uma comunicação com caráter universal representa avanços para a integração, a unidade e os direitos humanos no país. Durante o evento, ela lembrou que, muitas vezes, as pessoas com deficiência ficam à margem de avanços tecnológicos como a internet por dificuldades de acesso.
Desafios - Atualmente, segundo o secretário Nacional da SNPD, Antonio José, 95% dos sites institucionais do governo não possuem fermentas de acessibilidade para pessoas com deficiências. “Todos os dias, enfrentamos grandes lutas. A pessoa com deficiência precisa superar desafios diários. Essa ferramenta representa uma luta renovada. Trabalhamos com o Ministério do Planejamento para que os demais sites do governo federal também tenham acessibilidade”, completou.
Dados da secretaria indicam que 24,6 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência – o número representa cerca de 14,5% da população.
Na ocasião também foi lançado a terceira versão do Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico - e-MAG 3.0. O programa contém orientações sobre como criar e desenvolver sites, portais e serviços com acessibilidade. Entre os destaques da nova versão do e-MAG está a padronização dos atalhos do teclado do computador. Não importa em que página o internauta navegue, os atalhos de teclado que ele costuma usar vão servir para todas as outras páginas eletrônicas de órgãos públicos. Serão ainda padronizados atalhos de busca, navegação e conteúdo para atender às necessidades dos deficientes visuais, auditivos e motores.   
Assessoria de Comunicação Social

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

comemoração ao Dia Nacional das Pessoas com Deficiência



Câmara dos Deputados


Data: 16/09/2011
A Câmara dos Deputados realiza, entre os dias 19 e 30 deste mês, uma série de atividades em comemoração ao Dia Nacional das Pessoas com Deficiência (21 de setembro). Entre as atividades comemorativas está a realização de uma sessão solene em homenagem ao Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência. A solenidade, que será no dia 19, às 10h, marca a abertura das comemorações.
Durante sessão, haverá apresentação da banda da Apae/DF e exibição de um episódio da série de programetes "Convivendo com as diferenças", desenvolvida pela TV Câmara.
A partir do dia 19, serão abertas as visitas especiais, acompanhadas de guia, para pessoas com deficiência visual e auditiva.  Nesta modalidade, serão disponibilizadas visitas com modalidade tátil, para pessoas com deficiência visual, e em libras, para quem tem deficiência auditiva. As visitas, que serão oferecidas até o dia 30, deverão ser agendadas pelo telefone (61) 3216-1771 ou por e-mail: visitas@camara.gov.br.
De 21 a 30 de setembro, no Salão Branco do Congresso Nacional, será aberta a exposição itinerante “Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência”. A programação completa das comemorações do Dia Nacional das Pessoas com Deficiência podem ser acessadas no portal www.camara.gov.br. As atividades são realizadas com o apoio do Memorial da Inclusão e da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo.

Assessoria de Comunicação Social 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Política de inclusão das pessoas com deficiência avançou


A inclusão de pessoas com deficiência


Por Marco Antonio L.
Do iG
Lei de Cotas e incentivo à educação são ferramentas para inserção no trabalho
Maria Carolina Nomura, iG São Paulo
No dia 21 deste mês, é celebrado o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência. Apesar de ainda existir um longo caminho para a inclusão plena deste público na sociedade, algumas conquistas já podem ser comemoradas.
Para Vinicius Garcia, economista e pesquisador da Facamp (Faculdades de Campinas), que ficou tetraplégico em consequência de uma lesão medular, as últimas décadas registram avanços importantes, tanto na percepção da sociedade sobre a temática da deficiência como na conquista de direitos. 

  
Foto: Danilo Chamas / Fotomontagem iG sobre SXC
Mudanças na regulamentação trouxeram avanços importantes para o acesso das pessoas com deficiência ao mercado de trabalho
“Em 2008, o Brasil ratificou a Convenção sobre os Direitos das da Pessoa com Deficiência - aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas - e deu a ela status de emenda constitucional, o que significou um importante instrumento para o aperfeiçoamento da legislação nacional. Reconhecer tais conquistas, porém, não significa que já atingimos uma situação ideal, pois ainda existe muito a ser feito”, afirma Garcia.
Conquistas
Flavio Gonzalez, gerente de Processos de Inclusão da Avape (Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência), concorda que nos últimos 20 anos o tema da inclusão evoluiu.
“A década de 90 trouxe avanços mais legislativos do que práticos, mas que foram fundamentais. A Constituição de 1988, e o reconhecimento dos direitos inerentes à pessoa , passaram a orientar diversas ações no combate à exclusão e discriminação. Em 1989, aprovou-se a lei 7.853, que caracterizou a discriminação ao trabalho da pessoa com deficiência como crime. Dois anos depois, em 1991, foi aprovada a Lei 8.213, a chamada Lei de Cotas, que, a exemplo do que acontece em inúmeros países, criou metas obrigatórias de contratação para empresas com 100 ou mais funcionários”, relata Gonzales.
O gerente acrescenta que, a partir do ano 2000, essas ferramentas legais passaram a surtir efeito prático, sobretudo após sua regulamentação pelo Decreto 3.296. “Com isso, até o momento mais de 300 mil pessoas ingressaram no mercado de trabalho em todo o país, o que é um avanço, mas cabe dizer que estamos ainda muito longe de resolver o problema”, afirma.
Trabalho e preconceito
Em sua tese de doutoramento pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Garcia aborda o tema da inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Em sua pesquisa, um dos principais obstáculos que esses profissionais enfrentam ainda é a desinformação, e até preconceito, de muitos empregadores.
Era o que sentia na pele o engenheiro Walter Pimentel, de 46 anos, todas as vezes em que buscou um trabalho. Ele tem atrofia no membro inferior direito, o que o obriga a usar uma muleta para andar. “Certa vez, ao fazer uma entrevista de trabalho, deixei a muleta no meu colo. O empregador não viu. Conversamos bastante e ficou tudo acertado para eu começar a trabalhar na semana seguinte. Quando me levantei para ir embora e ele viu que eu usava muletas, senti que quase voltou atrás. Felizmente, não chegou a fazê-lo”, conta.
Pimentel, que hoje é engenheiro eletricista de Furnas, foi contratado com base na Lei da Cotas. Ele diz que a realidade da pessoa com deficiência é muito dura. “O preconceito existe. Sou engenheiro e técnico, mas não posso atuar em diversos cargos. Por exemplo, não posso estar embarcado em uma plataforma de petróleo, porque alguém escreveu em algum lugar que pessoas com limitações físicas não podem trabalhar ali. Conheço minhas limitações, mas sei também das minhas competências”, afirma.
Novo olhar
Para Gonzales, da Avape, os direitos das pessoas com deficiência representam os direitos de todos. “Afinal, a cada 100 brasileiros, 14 têm deficiência. Aqueles que hoje não têm, poderão ver sua condição ou de um ente querido mudar amanhã. A deficiência é algo muito próprio da condição humana, uma possibilidade, entre tantas, sempre possível na vida de cada pessoa, de cada família.”
Gonzales espera que a sociedade aproveite o No Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, 21 de setembro, para refletir e aprender a olhar para qualquer pessoa reconhecendo nela o potencial e capacidade de que é dotado cada ser humano, e não para sua condição física, sensorial ou intelectual como limites intransponíveis para uma vida produtiva e capaz de realizações.

OS TRES SITES JUNTOS DO CARTEIRO LIGEIRINHO,DEFICIENCIAS EM EVIDENCIA E AGORA DEFICIENCIAS ON LINE

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