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sábado, 4 de fevereiro de 2012

MACONHA É MENOS PREJUDICIAL AOS PULMÕES QUE O TABACO, AFIRMA ESTUDO

Cigarrillo 


Mais um ponto para os defensores da maconha medicinal: um novo estudo  mostra que fumar marijuana é muito menos prejudicial para os pulmões do que o consumo de tabaco.
Os pesquisadores analisaram dados obtidos ao longo de 20 anos com mais de 5.000 adultos, e previsivelmente encontraram danos significativos entre os usuários de tabaco : quanto mais fumavam, pior se tornavam o fluxo de ar e o volume pulmonar. Mas os que fumavam até um baseado por dia passaram em um teste de desempenho pulmonar e se beneficiaram com um ligeiro aumento do fluxo de ar.
 “Descobrimos exatamente o que esperávamos encontrar em relação à exposição ao tabaco: uma perda da função pulmonar condizente com o aumento da exposição”, afirma o principal autor do estudo, Mark Pletcher, professor-associado da Divisão de Epidemiologia Clínica da Universidade da Califórnia , em São Francisco. “No entanto, ficamos surpresos ao constatar um padrão tão diferente de associação quanto à exposição à maconha”.
O estudo, patrocinado pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, e publicado no Journal of American Medical Association , mediu a taxa do fluxo de ar (a velocidade da respiração) e o volume pulmonar (quanto ar um indivíduo consegue reter) em adultos com idades entre 18 e 30 anos de Oakland, Chicago, Minneapolis e Birmingham.
No entanto, os pesquisadores alertam que as descobertas não indicam benefícios ligados ao uso constante de maconha.
“Nossos achados sugerem que o uso ocasional de maconha para uso medicinal ou outros fins pode não estar associado às consequências adversas sobre a função pulmonar”, declarou Pletcher. “Por outro lado, eles sugerem um acelerado declínio da função pulmonar – seja por uso muito frequente ou constante durante longos anos – e consequentemente, a necessidade de cautela e moderação no uso da maconha”.

sábado, 26 de novembro de 2011

Uma droga barata CENAS FORTES CHOCANTES NOVA DROGA: KROKODIL

Uma droga barata, que está sendo consumida por um número cada vez maior de pessoas e tem efeitos colaterais bizarros. Essa é a krokodil (que em russo significa crocodilo), uma alternativa ao uso da heroína que está fazendo vítimas por toda a Rússia.
O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Ela é a desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina. O problema maior nesta droga russa é a maneira como o produto é feito.

krokodil perna gangrenada
krokodil pernas e gangrenas

O krokodil é feito a partir da codeína, um analgésico opióide que pode ser comprado em qualquer farmácia russa sem receita médica, assim como acontece com analgésicos mais fracos no Brasil. A pessoa sintetiza a droga em uma cozinha usando produtos como gasolina, solvente, ácido hidroclorídrico, iodo e fósforo vermelho, que é obtido de caixas de fósforo comuns, além dos comprimidos de codeína.
Logicamente nenhum destes ingredientes é ideal e o produto final não é nem um pouco puro, mas o resultado para o usuário é satisfatório. A consequência de se colocar tantos produtos químicos na veia é a irritação da pele, que com pouco tempo passa a ter uma aparência escamosa. A área onde o krokodil é injetado começa a gangrenar, depois a pele começa a cair até expor os músculos e ossos.

krokodil braco aberto
krokodil osso exposto

Casos de viciados precisando de amputação ou da limpeza de grandes áreas apodrecidas em seus corpos são cada vez mais comuns em salas de emergência dos hospitais daquele país. A dificuldade em se combater o uso desta droga está na pouca ajuda que o governo dá a centros de reabilitação e na grande facilidade na produção, afinal basta uma cozinha e o conhecimento de como se “cozinhar” o produto. Largar o krokodil pode ser uma tarefa extremamente difícil. A desintoxicação é muito lenta e o usuário sente náuseas e dores por até um mês, sendo que conseguir uma nova dose é muito fácil. Sequelas físicas e mentais do uso contínuo do krokodil podem ficar para sempre.

krokodil osso do braco exposto

O krokodil pode acabar matando o usuário recorrente em mais ou menos 2 anos e são raros os casos de pessoas que se livraram do vício. A migração deles de uma droga para outra é explicada pelo valor da dose. Cada uso de heroína pode custar na Rússia 150 Dólares (270 Reais), já o krokodil custa em média 8 Dólares (aproximadamente 14 Reais). Um problema na alternativa mais barata é a duração dos efeitos, que são muito menores.
krokodil pernas feridas
krokodil dedos amputados

Enquanto os efeitos da heroína podem durar 8 horas, o krokodil dura com sorte 90 minutos. Como produzir a droga leva mais ou menos uma hora, a pessoa passa a viver apenas para produzir e injetar.

krokodil pernas costuradas
No Brasil, a codeína é vendida apenas com receita médica, mas na Rússia o produto é o analgésico mais popular do país. Usada por praticamente a metade da população, ela é responsável por cerca de 25% do lucro de algumas farmácias. Por este motivo a indústria farmacêutica e os empresários do ramo lutam para que o governo não torne a droga restrita à venda com prescrição.
krokodil pernas escurecidas
krokodil falecimento

Outros países onde a codeína é vendida sem receita são o Canadá, Israel, Austrália, França e Japão. Neles existe um grande risco do krokodil se tornar uma epidemia como a que atinge atualmente a Rússia. Abaixo você verá dois vídeos mostrando os resultados nefastos do uso desta droga.




Eu poderia terminar este texto dizendo que ninguém deveria usar esta droga sequer uma vez, mas ninguém procura uma alternativa tão tóxica e mortal porque vai usar só uma vez. Usuários de krokodil já estão migrando de outras drogas pois não podem sustentar o próprio vício. O melhor conselho que qualquer pessoa pode lhe dar é para que você jamais experimente nenhuma droga ilegal.
Fonte: IEB

domingo, 20 de novembro de 2011

São Paulo terá consultório móvel para tratar viciados em crack, diz ministro da Saúde

VEJA A MATERIA NO LINK ABAIXO SÓ CLICAR AMIGOS
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), disse em entrevista ao UOL e à Folha que enviará dinheiro, até o próximo mês, para que a cidade de São Paulo implemente consultórios móveis especializados no atendimento de viciados em drogas

http://www1.folha.uol.com.br/poder/poderepolitica/alexandre_padilha.shtml

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Nacional CONTRA a legalização da maconha - Pela Vida em São Paulo




Homenagem ao MOVIMENTO NACIONAL CONTRA A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA- PELA VIDA; oferecida pela ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO. Em reconhecimento ao VALOR, NOBREZA E CARÁTER DO MOVIMENTO. A CAMINHADA NACIONAL CONTRA A LIBERAÇÃO DA MACONHA- PELA VIDA, DIA 17 DE DEZEMBRO GANHA MAIS FORÇA

terça-feira, 25 de outubro de 2011

É TRISTE Mãe 'acorrenta' filho de 12 anos usuário de drogas


Uma mulher moradora da região norte de Londrina acorrentou o filho de 12 anos aos pés da cama para que ele não saísse de casa para usar drogas.

Segundo ela, o filho começou a usar cocaína há cerca de um ano, por influência de 
amigos. A criança, que ainda usa chupeta e mamadeira, apesar de ser usuário, chegou a furtar objetos da família para sustentar o vício.

A mãe do menino disse que aguarda providências das autoridades para auxiliar a família.bonde

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Drogas: debate para conscientizar


Números da organização No Drogas apontam que há 180 milhões de usuários de drogas no mundo. As mais consumidas são álcool, tabaco, cocaína e maconha, mas o que tem assustado a população é o aumento do número de usuários de crack, destaque freqüente no noticiário brasileiro. Atentas às transformações sociais e a disseminação das drogas, as escolas têm feito um trabalho de conscientização com as crianças, para que elas, o quanto antes, entendam os perigos e saibam dizer não, se a oportunidade do uso surgir.
O Brasil gasta mais de um bilhão de real por ano com dependentes químicos, acidentes de trânsito gerados por excesso de álcool ou droga e queda na produtividade do trabalho. Mais de 20 mil brasileiros morrem por ano devido ao consumo ou tráfico de entorpecentes, estima-se que 22,8% da população consumam algum tipo de droga. Na Escola Municipal Olinda Dias Pereira, de Sarandi, o assunto deixou de ser tabu para tornar-se pauta para a prevenção na sala de aula. A aluna Karen Cristine Weber Martins escreveu o que pensa sobre o consumo de entorpecentes.

OS TRES SITES JUNTOS DO CARTEIRO LIGEIRINHO,DEFICIENCIAS EM EVIDENCIA E AGORA DEFICIENCIAS ON LINE

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