Mostrando postagens com marcador deficiencia mercado de trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador deficiencia mercado de trabalho. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Mesmo com lei específica, deficientes físicos não conseguem trabalho. O preconceito é uma das principais barreiras na hora da contratação.




De acordo com dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE), no Brasil existem aproximadamente 24 milhões de pessoas com algum tipo de deficientes. No estado de São Paulo, são nove milhões.

No Brasil, essas pessoas têm direitos no mercado de trabalho garantidos por lei. As normas legais que asseguram o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de deficiências e sua efetiva integração social estão em vigor desde 1989, com a publicação da Lei 7.853, de 24 de outubro de 1989.

Já a lei 8.213 de 1.991determina cotas de contratação nas empresas. No artigo 93, fica definido que a empresa com 100 ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência

veja matéria completa e vidêo :
http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/noticia/2012/02/mesmo-com-lei-especifica-deficientes-fisicos-nao-conseguem-trabalho.html

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Indústria de SP emprega quase 40 mil com deficiência em 2010

Mão segura carteira de trabalho
A indústria do estado de São Paulo empregou quase 40 mil pessoas com deficiência física em 2010, mais do que em 2009, quando o número ficou pouco acima de 35 mil. O setor é o segundo maior empregador de pessoas com deficiência no estado, atrás apenas do de serviços eadministração pública. Os dados estão no relatório O Cenário do Emprego da Pessoa com Deficiência no Estado de São Paulo, elaborado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e divulgado hoje na 5ª Mostra Fiesp de Responsabilidade Socioambiental.
O relatório mostra que o estado de São Paulo tinha 12,8 milhões de empregos formais em 2010, dos quais 100,3 mil estavam ocupados por deficientes. “Apesar de termos hoje mais de 100 mil pessoas empregadas, temos muito ainda o que fazer para que esse número aumente e para que essas pessoas sejam realmente incluídas nas empresas de uma forma mais digna. Não são só ações da iniciativa privada, precisamos unir esforços com o Poder Público, a sociedade civil e pessoas com deficiência para que tenhamos uma melhoria na qualidade e quantidade da inclusão”.
O objetivo do relatório é demonstrar o cenário atual do emprego para as pessoas com deficiência no setor industrial paulista. Segundo a coordenadora da pesquisa, Cristiane Gouveia, com os dados, a entidade pretende auxiliar tanto na melhor formação das habilidades das pessoas com deficiência quanto no cumprimento da lei de cotas para deficientes na indústria como um todo.
Entre os setores da indústria, os que mais contratam mão de obra com deficiência física foram veículos automotores, com 18,3% da representatividade no estado, alimentos e bebidas (11,5%), construção civil (6,7%), borracha e plástico (6,2%), produtos químicos (5,6%) e máquinas e equipamentos (4,8%).
As pessoas com deficiência ocupam principalmente funções como alimentadores de linhas de produção (11,3%), agentes, assistentes e auxiliares administrativos (9,3%), preparadores e operadores de máquinas-ferramenta convencionais (5,3%), almoxarifes e armazenistas (3,2%), operadores de máquinas a vapor e utilidades (2,9%), montadores de veículos automotores (2,6%), montadores de equipamentos eletroeletrônicos (2,4%) e trabalhadores de embalagem e etiquetagem (2,3%).
De acordo com o diretor do Departamento de Ação Regional da Fiesp, José Roberto Ramos Novaes, o relatório é importante porque mostra a preocupação com a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. “Existe uma obrigatoriedade por parte da indústria pela colocação dessas pessoas e nós já temos escolas que formam instrutores para essa capacitação. Estamos ajudando o empregador a cumprir essas cotas”.
Novaes ressaltou que a pessoa com deficiência, quando incluída no mercado de trabalho, é muito eficiente, mas as empresas não conseguem cumprir a cota porque, em geral, quando se encontra um trabalhador com deficiência, ele não está apto, não tem a qualificação exigida. “O deficiente tem benefícios do governo que ele recebe sem trabalhar, o que é um empecilho. Mas, em conjunto com o estado, nós vamos trabalhar no sentido de a indústria poder dar colocação aos deficientes”.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Maranhão certifica trabalhadores e pessoas com deficiência


Duzentos trabalhadores foram certificados pela Secretaria de Estado do Trabalho e da Economia Solidária – Setres, em cursos de qualificação profissional promovidos pelo Plano Territorial de Qualificação – Planteq, uma ação do Governo do Estado do Maranhão.
A ação beneficiou trinta e nove municípios do Estado com cerca de 1.300 vagas de capacitação profissional em mais de 47 cursos, que contemplaram os setores da Economia que mais empregam no Maranhão (Comércio, Serviços, Construção Civil e Indústria), além de estimular o empreendedorismo, o cooperativismo e o artesanato.
Os trabalhadores certificados correspondem às turmas atendidas na Região Metropolitana de São Luís. As certificações foram em cursos para formação profissional em informática para cegos; mecânico de refrigeração; mecânica de autos; cabelereiro; manicure e pedicure; culinária tradicional; formação de conselheiros; instrutor de libras; soldador de eletrodo revestido; informática para surdos; e torneiro mecânico.
“A equipe da Secretaria de Trabalho apresenta à sociedade esses novos profissionais, plenamente qualificados, que chegam ao mercado de trabalho com a promessa de melhorar as suas vidas e também os nossos indicadores sociais”, observou o secretário de Trabalho, José Antônio Heluy.
Nos municípios do interior do Estado, foram oferecidos cursos como piscicultura; criação de pequenos animais; agricultura; corte e costura; cozinheiro; mecânica de motos; fabricação de pães, bolos e salgados; artesanato de rede; fabricação de sabão; produção de doces, compotas e sorvetes de frutas regionais, dentre outros.
A escolha dos cursos é feita pela equipe técnica da Setres, que recebe demandas da comunidade e avalia indicadores sócio-econômicos e educacionais da área a ser beneficiada. Os critérios da escolha procuram seguir a vocação econômica de cada comunidade participante.
Uma das comunidades beneficiadas por esta ação foi a da Associação de Surdos do Maranhão, que recebeu cursos de informática para surdos e formação de instrutor de Libras, a Língua Brasileira de Sinais. Para Lídia Aroucha, presidente da entidade, a iniciativa foi louvável. Ela falou ao auditório através da Língua de Sinais, com interpretação da instrutora Ana Célia Silva.
“A comunidade de Surdos do Maranhão precisa de ações dessa natureza; precisa de intérpretes da nossa língua, que é muito pouco conhecida, mas precisa ser difundida. Esperamos a oferta de novas turmas com essa formação”, ressaltou Lídia.
Além da Associação de Surdos, a Escola de Cegos do Maranhão também recebeu o curso de Informática para Cegos, especialmente direcionado a pessoas com esta deficiência, com programas e sistemas exclusivos para o público. Esta é a primeira vez que a Setres oferece cursos direcionados a pessoas com algum tipo de deficiência.
“A Setres quer manter o pacto feito com a Promotoria de Defesa da Pessoa com Deficiência e procurar direcionar cursos que atendam a esta demanda da sociedade; sem deixar de pensar numa formação profissional de qualidade que lhes dê amplo acesso ao mercado de trabalho”, destacou José Antônio.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

IOS capacita pessoas com deficiência para trabalhar na Certisign

carteira de trabalho está sobre outras. Atrás há uma caneta azul
O Instituto da Oportunidade Social (IOS), mantido pela TOTVS, inscreve, até 25/11/2011, para capacitação profissional em Administração e Tecnologia da Informação. O curso é voltado para pessoas com deficiência física (exceto cadeirantes), visual (sub-normal e baixa visão), auditiva (perda bilateral ou parcial) e reabilitados do INSS – com laudo médico atualizado e CID que contemple a Lei de Cotas (pessoas com deficiência). Os candidatos devem ter entre 18 a 40 anos de idade, ensino médio completo (prioridade para graduandos universitários) e residir em São Paulo.
Os 22 aprovados farão 14 meses de treinamento no Instituto (Núcleo IOS, em Santana), sendo: – Dois meses iniciais: aulas de segunda a sexta-feira, das 08h00 às 12h00; – 3º ao 14º mês: aula uma vez por semana, seis horas por dia (demais dias: atuação na empresa com carga horária de 8 horas).
Os alunos serão contratados pela Certisign – maior empresa brasileira em tecnologia com foco exclusivo nas soluções que utilizam Certificação Digital –, para o cargo de auxiliar administrativo, de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 17h30. Local de trabalho: Cerqueira César. O salário é de R$ 1.000,00/mês e os benefícios: vale refeição (R$ 13,80/dia); vale alimentação (R$ 134,80/mês); vale-transporte; seguro saúde (Allianz); assistência odontológica (Amil); convênio com SESC e instituições de ensino.
Interessados: encaminhar currículo para o e-mail inclusao@ios.org.br.

Fonte: Portal Vida Mais Livre

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Riachuelo contrata pessoas com deficiência

Logotipo da Riachuelo
A rede Riachuelo está oferecendo vagas para pessoas com deficiência. A empresa procura profissionais para os cargos de assistente e auxiliar de caixa, administrativo, estoque, vendas ou atendimento para lojas em todo o país.
Para se candidatar é necessário ter Ensino Fundamental completo, acima de 17 anos e disponibilidade de horário. A rede emprega 523 pessoas com deficiência em diferentes setores e mantém contato constante com associações como AACD, Apae e Avape para elevar este quadro.
Os interessados devem ir até a filial mais próxima e entregar currículo informando aptidões e deficiência, ou se cadastrarem no site da Riachuelo (www.riachuelo.com.br).

Fonte: Portal Vida Mais livre

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

UE quer avanços trabalhistas para pessoas com deficiências


O plenário do Parlamento Europeu deu sinal verde para um relatório que defende a melhoria do acesso ao mercado de trabalho de pessoas com deficiências na União Europeia (UE). O relatório foi elaborado pelo eurodeputado húngaro, Adam Kosa, surdo-mudo, que apresentou à câmara sua proposta em língua de sinais, auxiliado por dois intérpretes.
Em seu discurso durante o debate prévio à votação, Kosa destacou a importância da integração das pessoas com deficiências no mercado de trabalho para o emprego na UE, já que há 80 milhões de europeus (16% da população) nesta situação.
A iniciativa defende que os países premiem as empresas que contratem esses indivíduos com as mesmas garantias mínimas nos 27. Nesse sentido, a iniciativa pede que os Estados da UE concedam financiamento adequado às empresas que os contratem.
O relatório sobre a mobilidade e inclusão das pessoas com deficiências 2010-2020 abrange outras prioridades sociais, como as barreiras arquitetônicas e infraestruturas de primeira necessidade. O documento pede que o Instituto de Igualdade de Gênero europeu faça estudos sobre a situação de meninas e mulheres em relação à violência doméstica.
O texto ressalta que “as pessoas com deficiência intelectual estão particularmente expostas ao risco de maus-tratos e de violência”, e que “os Estados deveriam estudar a adoção de mecanismos de controle avançado de proteção” destas pessoas especialmente vulneráveis.

Mudança na lei não garante acesso de deficiente ao mercado de trabalho

As mudanças na Lei Orgânica de Assistência Social, que prevê que pessoas com deficiência recebam o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC), têm trazido dificuldades para trabalhores que se enquadram nessa categoria.
Antes da lei entrar em vigor, em 1º de setembro, as pessoas com deficiência que conseguissem um emprego com carteira assinada perdiam o benefício e, para recuperá-lo, precisavam refazer todo o processo na Previdência Social e mais perícias. Com a mudança na lei, o benefício é apenas suspenso enquanto ele estiver trabalhando e, se for demitido, volta a receber. No caso do aprendiz, a ajuda continua sendo paga pela Previdência.
A mudança visa motivar os portadores de deficiência a procurar um trabalho, já que as empresas precisam cumprir uma cota e estavam com dificuldade para encontrar esta mão de obra, mas em uma central de telemarketing de Campinas, muitas vagas continuam abertas, segundo Regina Pereira, gerente de Recursos Humanos da empresa. Para ela, a maior vantagem será para o aprendiz, já que não há limite de idade para portadores de deficiência.
De acordo com o Ministério Público do Trabalho, de janeiro a setembro de 2010, 31 empresas eram investigadas por descumprirem a cota para deficientes. No mesmo período deste ano, este número subiu para 115, quase quatro vezes mais. As denúncias continuam aumentando e, segundo a procuradora Renata Coelho Vieira, os efeitos da mudança da lei vão demorar um pouco para dar resultado. (Fonte: EP Campinas)

Avape tem vagas para deficientes


A Avape, Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência, está com 30 vagas abertas para pessoas com deficiência. Das oportunidades, 39 delas são para atuar com teleatendimento de SAC e Suporte. As vagas são para trabalhar de segunda-feira a sábado, das 8h até às 20h. O salário é de R$ 750,00 para o SAC e de R$ 980,00 para o Suporte.Os interessados devem enviar o currículo para os e-mails: selecao@avape.org.br, curriculo@avape.org.br ou atendente@avape.org.br. Mais informações pelo telefone (11) 4362-9300.
Fonte: http://www.callcenter.inf.br/rh/44126/avape-tem-vagas-para-deficientes/ler.aspx

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Grupo abre seleção para 200 pessoas com deficiência



O Grupo Nova Visão Humana, consultoria especializada em soluções de RH, recrutamento e seleção de pessoal, abriu processo seletivo para a contratação de 200 pessoas com necessidades especiais na região de Campinas.

As vagas, com início imediato, são para ajudante de produção, operadores de telemarketing, auxiliares administrativos, vendedores e recepcionistas. A jornada varia de seis a oito horas diárias, de segunda a sexta-feira, dependendo da área e ocupação.

Os salários vão de R$ 829,00 para a função de operador de telemarketing, a R$ 2 mil para os auxiliares de produção. Entre os benefícios oferecidos estão assistência médica, vale-transporte, vale-refeição, seguro de vida e desconto em universidades. Os operadores de telemarketing ainda terão participação nos lucros.
Os interessados podem se inscrever até o dia 30 de setembro. Além das vagas em Campinas, há oportunidades nas regiões central, oeste, leste e sul de São Paulo, além do ABC.

Para concorrer a uma das oportunidades é preciso ter idade mínima de 18 anos e ensino médio completo. É desejável experiência mínima em todas as funções. O processo de seleção consiste em entrevista, testes e dinâmica de grupo.

Os candidatos às oportunidades na região de Campinas podem enviar o currículo para cv@gruponvh.com.br, com o código PCD no título do e-mail. Para vagas na Grande São Paulo, é necessário enviar e-mails paracv@novavisaohumana.com.br, ou comparecer à rua Siqueira Campos, 357, centro de Santo André, das 8h às 18h

As inscrições ainda podem ser feitas na Rua Luiz Camilo de Camargo, 510, no bairro Remanso Campineiro, em Hortolândia, também em horário comercial. (G1)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Musicografia braille insere cegos no mercado de trabalho



A Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) possui em sua unidade paulista grupos de estudo de musicografia braille. O objetivo é levar às pessoas cegas aprendizado musical teórico, ou seja, escrita e interpretação de partituras em braille e, consequentemente, direcioná-las para o mercado de trabalho da área.
Para o presidente da OMB-SP, maestro Roberto Bueno, a pessoa com deficiência visual possui, na maioria das vezes, ouvido absoluto. O dom permite que o músico aprenda a tocar instrumentos somente ao ouvir uma melodia, o que não é suficiente para trabalhar numa orquestra ou numa banda profissional, por exemplo. Para ingressar no mercado de trabalho profissional é imprescindível conhecer música na partitura.
“A musicografia braille teve início no século 19, por meio de Luiz Braille, inventor do código para cegos e que também era músico, em Paris, na França. O método chegou ao Brasil, primeiramente, no instituto Benjamim Constant, no Rio de Janeiro, e se espalhou por toda a America Latina”, explicou a professora Isabel Bertevelli.
Interessados em aprender a musicografia braille ou em obter mais informações sobre o método podem procurar a OMB-SP pelo telefone (11) 3237-0777.

Empresas buscam portadores de deficiência com qualificação

Pela lei de cotas, empresas que tem mais de cem funcionários devem reservar um número de vagas para portadores de deficiência. Contratações esbarram nas falta de qualificação profissional

CETV 2ª Edição

    OS TRES SITES JUNTOS DO CARTEIRO LIGEIRINHO,DEFICIENCIAS EM EVIDENCIA E AGORA DEFICIENCIAS ON LINE

    OS TRES SITES JUNTOS DO CARTEIRO LIGEIRINHO,DEFICIENCIAS EM EVIDENCIA E AGORA DEFICIENCIAS ON LINE