
No total, são esperados cerca de 10 mil participantes de 95 instituições de 46 cidades do Estado de São Paulo. O mascote do evento é o personagem Luca, menino cadeirante criado por Maurício de Sousa para a Turma da Mônica.
“Nosso maior objetivo é promover e celebrar a inclusão social. O parque quer fazer a sua parte e trabalha para aprimorar, a cada dia, a acessibilidade deste público em suas atrações”, afirmou Armando Pereira Filho, presidente do Hopi Hari.
As entidades de Campinas que participam do Dia Especial são o Centro de Atenção Psicossocial David Capistrano da Costa Filho, o Centro Educacional Integrado Padre Santi Capriotti, o Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CEVI CAPSI II), Integração – Unidade de Desenvolvimentos Integral de Portadores de Necessidades Especiais, o Centro de Atenção Psicossocial Novo Tempo, Pró-Visão (Sociedade Campineira de Atendimento ao Deficiente Visual), Instituto Educacional Professora Maria do Carmo Arruda Toledo, Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e Associação para Desenvolvimento dos Autistas de Campinas (Adacamp).
Desde 2009, o Dia Especial integra o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência em Parques e Atrações Turísticas, realizado pelo Sindepat (Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas) e Adibra (Associação Brasileira das Empresas de Parques de Diversão do Brasil). O Hopi Hari foi sede do lançamento oficial do DNPD.
Acessibilidade
A acessibilidade de suas atrações é uma preocupação constante do Hopi Hari. Desde 2001, o parque mantém o Código Azul, desenvolvido com o objetivo de oferecer um serviço de qualidade e com toda segurança às pessoas com deficiência. Para implantar o projeto, foi criada a Equipe Código Azul, que recebe treinamento específico para garantir atendimento diferenciado a esse grupo de visitantes.
Logo na entrada do Hopi Hari, a pessoa com deficiência (permanente ou temporária) é recebida por um colaborador do parque, que elabora um mapeamento personalizado das atrações indicadas para cada necessidade. Esse mapeamento leva em consideração diversos aspectos, como uso de medicação, movimento e coordenação, se há acompanhante ou não, entre outros fatores. O Programa Código Azul também é indicado para gestantes, idosos e pessoas recém-operadas ou com fraturas, como por exemplo, um braço engessado.
O parque conta, ainda, com serviço de locação de cadeiras de rodas motorizadas, oferece rampas de acesso para suas atrações e assentos preferenciais em seus teatros e restaurantes. Os colaboradores do parque também passam por treinamentos periódicos com o objetivo de oferecer serviço de qualidade e prestar os primeiros socorros, caso necessário. O parque possui mapa em braile, disponível no SAV (Serviço de Atendimento ao Visitante), além das placas das atrações também em braile.
O Hopi Hari também mantém pessoas com deficiência em seu quadro de funcionários e abre, constantemente, novas vagas para candidatos com esse perfil.
Serviço:
10º Dia Especial de Hopi Hari
Quando: 29 de novembro
Horário: Das 9h30 às 17h30
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